Judite Sousa

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Natural da freguesia de Massarelos, no Porto, Judite Sousa já deixou a sua marca no panorama jornalístico português. A atual diretora-adjunta de informação da TVI tem um percurso profissional rico e variado.

Judite Fernanda Jesus da Rocha Sousa nasceu no Porto a 2 de dezembro de 1960. É uma das jornalistas portuguesas mais reconhecidas no panorama informativo nacional. A carreira começou aos 18 anos, na RTP Porto, depois de se formar em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Ainda na cidade Invicta, a jornalista tornou-se pivot do Jornal da Tarde, onde ganhou mais notoriedade. Foi entretanto convidada a ser a cara do Telejornal da RTP, em Lisboa, papel que desempenhou durante duas décadas. Foi nesta função que passou a ser reconhecida pelo público português.

Judite Sousa: pivot e repórter

Judite Sousa nunca deixou de lado as funções de repórter. Foi a enviada da RTP para cobrir acontecimentos históricos marcantes, tais como o Genocídio do Ruanda em 1994, a ofensiva sérvia na Guerra dos Balcãs em 1995, que lhe valeu o Prémio Bordalo de jornalismo, e o pós-11 de setembro de 2001.

Em 2000, assume funções de diretora-adjunta de informação da televisão pública nacional. Surgem dois novos programas que marcam a grelha televisiva: Grande Informação, programa de análise política e Notas Soltas, com António Vitorino.

Depois de 30 anos na RTP, em 2011, Judite Sousa vai para a TVI, onde assume a apresentação do Jornal das 8. Aos domingos, incluía a moderação dos comentários do Professor Marcelo Rebelo de Sousa, até à eleição para Presidente da República. Assumiu também a subdireção de informação do canal privado de Queluz.

Também na TVI continua a ser repórter, nomeadamente na cobertura dos casamentos da família real inglesa, nos incêndios da Madeira e de Pedrógão Grande em 2016 e 2017, das eleições francesas desse mesmo ano e das recentes eleições brasileiras.

Além de jornalista, é autora e docente na área do jornalismo. Conta com nove livros publicados, sobre várias temáticas, desde a política à psicologia.

O simples acto de tomar a palavra é um exercício de poder. Escrita ou oral, a palavra verbaliza uma mensagem, explica-a e consolida-a.

in Diário de Notícias

Reconhecimento público

Em 2005, foi-lhe atribuído o grau de Comendadora da Ordem de Mérito pelo Presidente da República Jorge Sampaio. Ao longo dos anos, Judite Sousa tem vindo a ser agraciada com prémios e troféus. A mais recente, foi a distinção como uma das mulheres mais influentes de Portugal, pelo site Executiva.

É-lhe também reconhecida a capacidade de superação, que depois da trágica morte do seu único filho, marcou uma nova fase da sua carreira. Na consequência desta perda, escreveu o livro “Os Nossos Príncipes”, cujas verbas revertem para uma bolsa de estudo com nome do filho, destinada a ajudar estudantes com dificuldades económicas a frequentar a Nova School of Business and Economics.

Podes acompanhar as reflexões da jornalista no seu blogue pessoal.

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Júlia Rocha

Gestora e criadora de conteúdos para marcas, com paixão por grandes histórias. Nunca sai de casa sem papel e caneta, e adora longas viagens.

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