Megan Rapinoe

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A futebolista norte-americana Megan Rapinoe viveu um 2019 de sonho. A capitã da seleção de futebol feminino dos EUA acabou o ano com um título mundial e uma Bola de Ouro da FIFA.

Megan Anna Rapinoe terminou o ano de 2019 no topo do mundo futebolístico mundial. Natural da Califórnia, Rapinoe tem uma irmã gémea, que também joga futebol, sendo que ambas foram treinadas pelo pai, durante boa parte da sua carreira.

Megan Rapinoe já jogou em França e na Austrália, além de nos Estados Unidos, onde se encontra neste momento, como capitã do Reign FC. Graças às duas capacidades de liderança e ao seu talento e trabalho, Rapinoe recebeu a Bola de Ouro, para melhor jogadora feminina e foi declarada a melhor jogadora de 2019, pela FIFA.

Guia Jobinice: Histórias de Sucesso

Megan Rapinoe e a salvação futebolística

Sob a sua liderança, os Estados Unidos da América receberam a medalha de ouro de futebol feminino, nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. A seleção norte-americana foi na última década campeã do mundo da FIFA, por duas vezes, em 2015 e 2019. O papel e influência de Megan Rapinoe nesta equipa e naquelas onde joga a título individual, é notório.

É a primeira jogadora, tanto no futebol masculino como no feminino, a marcar um golo direto de pontapé de canto, em Jogos Olímpicos. É também a atual detentora da Bota de Ouro. Estes são apenas algumas das notas mais importantes, do vasto palmarés de Rapinoe, que se destaca pelo seu artístico estilo de jogo.

Ainda assim, a jogadora é também conhecida pelo seu ativismo fora de campo. Megan Rapinoe é uma grande defensora das causas LGBTQ+, estando envolvida em diversas organizações da área, nomeadamente as que estão mais focadas no mundo do desporto. Com outras atletas, detém uma marca de roupa unissexo, que foca bastante estas questões.

O nome desta internacional norte-americana foi muito falado também por se ter ajoelhado durante o hino norte-americano,num jogo, em setembro de 2016. Esta atitude foi tomada em solidariedade para com o jogador de futebol americano Colin Kaepernick. Kaepernick tinha-se ajoelhado, também durante o hino, em protesto contra a violência policial sobre a população afro-americana.

Rapinoe declarou aos media, que como homossexual, também não se sentia protegida pelas liberdades que a bandeira norte-americana promete garantir aos americanos, que aparentemente parecem ser negadas às minorias. Desde então, o papel ativista da extremo da seleção de futebol feminino dos EUA.

Atleta do ano para a revista Sports Illustrated, Megan Rapinoe continua a quebrar barreiras e a fazer história, dentro e fora das quatro linhas. Por essa razão, é a nossa história de sucesso desta semana.

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Júlia Rocha

Gestora e criadora de conteúdos para marcas, com paixão por grandes histórias. Nunca sai de casa sem papel e caneta, e adora longas viagens.

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